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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Alegrias e tristezas...

- Por: Arménia Santos -

Este é o meu testemunho para poder confortar e ajudar mamãs que infelizmente passem pelo mesmo.

Um obrigada a toda a gente que secou as minhas lágrimas.

No dia 14 de Junho de 2013 pelas 4 da manhã, o teste confirmou a presença de um ser dentro de mim... Feliz, muito feliz... Impossível descrever o sentimento. Até dia 2 de Agosto tudo estava bem, mas nesse dia tudo desmoronou: eco primeiro trimestre e a translucência da nuca aumentada. Dentro do consultório a médica explicou e o meu coração parou. Quando saí não aguentei e as lágrimas começaram a cair... Não pode ser! Sentimento de revolta de tristeza, porquê a mim??? Um filho tão desejado... Não pode ser! Rastreio bioquímico, ter de esperar, esperar para saber o que estava a acontecer... Passou uma semana e o rastreio 'confirmou' probabilidade alta para trissomia 21... 1/197, dizem 'realmente é alta, mamã'. E agora o que posso fazer??? Amniocentese quando? Um mês, um mês à espera nesta angústia? Foi terrível, foi angustiante, foi... foi...

Contar aos avós? Não conseguimos. A irmã e a cunhada fizeram-no por nós; não aguentaríamos ver o primeiro impacto nas suas caras. Mas, quando o vimos depois, foi uma confusão de sentimentos sem explicação... Choro, abraço... Frases... 'vai correr tudo bem!'... Mas o medo, a tristeza... Como podia haver medo e tristeza??? Uma gravidez devia ser cheia de alegria, entusiasmo, felicidade!

Vivemos um mês ou sobrevivemos um mês à espera da amniocentese... É impossível descrever o que sentimos, momentos de desespero e momentos de esperança; dizia para mim mesma 'vai correr tudo bem, o nosso amor é grande, tem de estar tudo bem', mas no momento seguinte pensava e já não controlava as lágrimas que caíam... O que fazemos se a amniocentese confirmar??? O quê??? Com muito sofrimento vos digo que ambos concordámos... No momento a decisão passava pela minha cabeça e agora nem posso pensar nela.

O mês de desespero passou e chegou o dia da amniocentese... 3 de setembro pelas 9 da manhã estávamos na sala de espera e uma lágrima caiu pelo meu rosto... 'por favor, meu Deus, ajuda-me'... Força preciso de ti... Entrámos e tudo foi explicado... Sem dúvidas avançámos. A médica começa e diz 'já sabem que é um menino'... Penso que nem respirei durante todo o procedimento, apenas olhava para o meu marido e espreitava o monitor para ver o seu coração...

Quantos dias para o resultado??? Três, mais três dias de espera pelo resultado preliminar e 20 para o completo...
Com muita cama e miminhos de todos, três dias passaram...

O telefone toca... Chamada do laboratório e TUDO ESTÁ BEM... 'Mamã, o seu menino não tem nenhuma trissomia'.
As lágrimas caíam... À minha volta toda a gente chorava desalmadamente...
'É um menino', disse eu... Que alegria e choro e choro...!

Depois de confirmado, continuámos com exames, ecocardiogramas fetais... Tudo estava bem. Aos sete meses comecei com contracções e aos oito cama... Mas consegui aguentar até às 39 semanas.

Só descansei no dia que do meu ventre saíste... Agora, quando olho para ti e penso na gravidez, penso que tudo não passou de um susto... Amo-te, meu Rafinha!

Mãe pela 1ª vez aos... 38

fonte: Amber L Richards Photography

 - Por: Xana Neves -


Resolvi falar neste tema pois cada vez mais é frequente a maternidade tardia, seja por razões profissionais ou pessoais. No meu caso foram ambas.

A vida "dá muitas voltas" e a minha já deu mesmo muitas. Após um casamento falhado de quase 4 anos (sem filhos) e a nuvem negra do desemprego que já pairou várias vezes sobre mim, estou actualmente numa relação que começou há 4 anos. Ser Mãe foi desde sempre um forte desejo meu, mas o destino quis que fosse apenas agora, neste maravilhoso ano de 2014!

Sei que a notícia da minha gravidez veio causar algum espanto em muitas pessoas à minha volta; achavam que já não queria ter filhos, pela idade, porque o desemprego anda por aqui novamente e "com esta crise...". Mesmo assim decidimos avançar, e acreditem que, para meu espanto, foi bem mais rápido do que imaginei. Já tinha tentado engravidar no casamento anterior e nunca consegui. Estranho, não é? Acredito que nada acontece por acaso; já não tinha que ser naquela altura, mas sim agora com esta pessoa maravilhosa com quem partilho a minha vida e que escolhi para Pai da minha filha!

Assim que soube que estava grávida, entre os 1000 pensamentos que tive, pensei "foi agora, é desta, já tinha que ser!" e fiquei tão, mas tão feliz! Tinha conseguido realizar um sonho tão antigo! Quando fiz os exames e as análises antes de tentar engravidar, tive muitos medos, medo de ter problemas de infertilidade, medo de uma gravidez de risco, medo de um parto mais complicado e, acima de tudo, medo que o meu bebé tivesse algum tipo de problema/deficiência. Sabia que teria que fazer a tão temida Amniocentese, e acreditem que foi uma fase muito dificil! Desde que soube através do rastreio bioquímico que o risco para Trissomia 21 era elevado, até fazer o exame e depois saber os resultados passou exactamente 1 mês, o mês mais longo da minha vida! Graças a Deus que a voz do outro lado do telefone me deu uma boa notícia... e como chorei de alegria nesse dia! Só a partir daí, e já estava com 18 semanas de gestação, passei a viver a minha gravidez na plenitude!

Hoje a F. tem quase 5 mesinhos (os melhores da minha vida), o parto foi normal, nasceu às 39 semanas e 5 dias, não tive qualquer complicação na gravidez nem no pós-parto, tudo tranquilo e normal! Quanto ao meu corpo e suas alterações, também pensei muitas vezes que, devido à idade, poderia engordar mais e ter mais dificuldade em voltar ao meu peso habitual. Posso dizer-vos que engordei 14 Kg e após o 1º mês da F. (só nessa altura me voltei a pesar) já só tinha 3,5 Kg a mais!

Em relação à amamentação, que queria muito, tudo correu bem e ainda hoje amamento em exclusivo!

Desde que sou Mãe que, tal como todas vós, mais novas ou menos novas, o meu coração está sempre cheio com um Amor Maior, um Amor que não se traduz em palavras, apenas em sentimentos, emoções e kilos de miminhos que dou à F. a toda a hora!

Ser Mãe, mais cedo ou mais tarde, é a maior benção que nós Mulheres temos! Sendo assim, para as pessoas que ainda tenham alguma dúvida ou receio: não pensem, e avancem para este caminho de tanta Felicidade! Não sei se terei um segundo filho, embora gostasse muito, porque não sei o que a vida tem planeado para mim, mas acredito e espero que não seja a idade o impeditivo!

Costumo dizer que nunca me arrependo do que faço, mas apenas do que não fiz... e sim, hoje arrependo-me de não ter sido Mãe mais cedo, não por ver qualquer tipo de desvantagem em ser Mãe aos 38 anos, mas sim por não ter sentido antes este Amor Maior!

Um grande beijinho a todas e continuem por aqui!

sábado, 19 de julho de 2014

De volta ao trabalho!




- Por: Sandra Monteiro - 

Este post pode tornar-se longo, desde já as minhas desculpas pelo testamento.

Olá a todos/as! Hoje falarei aqui da minha experiência de como foi voltar ao trabalho. Tal aconteceu na passada quinta-feira... Mas, antes de falar disso, deixem-me voltar atrás uns anos, mais precisamente cerca de 5 anos. Quando tive o meu primeiro filho, o regresso ao trabalho foi tudo menos uma pêra doce. Antes de mais nada não foi fácil pensar que tinha que deixar o meu bebé tão pequenino nas mãos de alguém que não conhecia. Não ficou numa ama, ficou mesmo num berçário, fez os dias de adaptação, correu tudo muito bem, nunca chorou, aliás, ele e a irmã são uns verdadeiros escancarados, assim que vêem a educadora, vão logo para ela, sem choros, nem birras... o meu coração na altura é que ficou destroçado.

Era um misto de emoções, se por um lado sentia-me culpada por deixá-lo lá (qual depósito de bebés... sim, que os infantários podem ter muito bom ar e ter educadoras fantásticas, mas não passam de depósitos de bebés...), por outro lado, para bem da minha sanidade mental, precisava mesmo de ir trabalhar.
Porquê?
Porque precisava de dinheiro. Porque nunca tive capacidade para ser "mãe" e "dona de casa" a 100 %. Mesmo que um dia ganhe o totoloto, ou que tenha de estar em casa por um outro motivo, não conseguirei estar muito tempo, terei que arranjar algo para fazer, antes que dê em maluquinha...
Pronto, é agora que muitos me vão linchar de vez, mas a realidade é efectivamente esta. Preciso de fazer alguma coisa, de me sentir útil, de stressar, de ver e falar com pessoas... Gosto do que faço (faço apoio ao cliente numa grande empresa), em que o nível de stress bate todos os recordes, mas é isto! Preciso de trabalhar!

Quando voltei estava num outro departamento da empresa, quando algo de estranho aconteceu... e também não me vou alongar com muitas milongas, mas o que é certo é que, sem grandes razões, foi-me dado a entender que já não fazia parte daquela equipa e regressaria basicamente à estaca zero. Havia ainda a agravante de que me queriam por a aprender como se tivesse esquecido tudo o que já sabia até então. Fui aos arames! Estive grávida, fui mãe, mas não fiquei burra de repente! A prova disso é que, menos de uma semana depois, já ocupava o meu posto de trabalho... 

E conto esta história para chegar onde?
Quantas e quantas mães não passam por situações parecidas, se sentem de pés e mãos atados e apenas se limitam a aceitar, sem grandes escolhas? Isto é quando não perdem o próprio emprego, simplesmente porque decidiram ser mães!

Desta vez, nada disso aconteceu, apenas mudei o meu local de trabalho, passei a gastar mais tempo, mais dinheiro em transportes. Em jeito de compensação, estou num sitio fantástico, com o rio aos nossos pés, em que à hora de almoço posso inspirar-me dando pequenos passeios e expirar pequenos grandes momentos de tranquilidade...

Desta vez, Mea Culpa, não me senti culpada por deixar a Carolina aos cuidados da mesma educadora; sei que ela é uma pequena guerreira, e, quando ao fim do dia a vou buscar, o sorriso vale por todo o tempo perdido em transportes. Quando vou buscar o Vicente, aquela alegria esfuziante dele vale por tudo o resto.

Quero deixar aqui uma palavra de coragem a todas as mamãs que ainda estão em casa, umas porque estão desempregadas, outras que ainda estão a gozar o resto da licença, e para todas as outras mamãs; é muito difícil, mas tentem enfrentar esta guerra com unhas, dentes, com todas as vossas armas!

Um dia os vossos filhos vão agradecer-vos! Um bem-haja a todas! E continuem a ler este nosso cantinho!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Quando as ‘coisas’ não correm conforme o esperado…


- Por: Carolina Romero -

(Aviso: este post pode vir a ser longo.. looool)

É verdade... nem tudo é um mar de rosas no que concerne à gravidez! 
E, definitivamente, cada gravidez é diferente da outra.

Idealizamos um momento pleno, cheio de coisas boas, motivações novas, paz, harmonia, tranquilidade, saúde, vida...  tudo de mais belo e harmonioso que existe, é o que queremos! 

Até que, às 24 semanas de gestação dizem-te: “mamã, o colo do útero está curto, vai ter que estar de repouso absoluto”! 

O colo chegou a medir 14mm, esteve afunilado e com abertura de 3mm devido à pressão que a cabeça da minha princesa exercia, 2 testes de fibronectina positivos, contrações que chegavam a 100/120mmHg de intensidade, dores, medo, muito medo de um parto prematuro e de tudo o que isso acarreta! Estive internada 2 vezes para tentarem travar o “quadro” e fazer o ciclo de amadurecimento pulmonar da bebé (1 + 1 de resgate). Colocava diariamente cápsulas de Progegeffik e conseguia tocar na cabeça da minha filha... ela já estava “encaixada” para nascer!

Fiz tudo o que esteve ao meu alcance, repousei o máximo que pude, só me levantava da cama para o sofá e do sofá para a casa de banho. Cada semana que passava era um milagre, sentia uma alegria e uma gratidão a Deus imensa por mais uma semana que conseguíamos aguentar.

Nas consultas perguntava à minha OB quanto tempo mais aguentaria, e ela só me respondia: “Um dia de cada vez mamã, vá me ligando.”
Não! 
Não era isso que eu queria ouvir, eu queria respostas concretas e não algo abstrato! 
Queria que ela me dissesse que tudo iria correr bem e que a minha princesa não seria prematura, que conseguiria travar o estado em que eu estava.

Pois...

Mas não havia respostas “concretas”... não havia certeza de nada. A única certeza que tinha é que ela iria nascer no tempo em que Deus determinasse que ela viria ao mundo... e agarrava-me a isso e ia me fortalecendo!

Medos? Muitos!
Ansiedades? Bastantes!
Insegurança? Todos os dias!
Mas não me entreguei, nós não nos entregamos.. 

Lembrava-me deste versículo bíblico e acalmava o meu coração: "Pois tu formaste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo tão admirável e maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e esmeradamente tecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles." Salmos 139:13-16 (Versão João Ferreira de Almeida Atualizada (AA))

Às 36 semanas de gestação confirmou-se que a princesa não estava a crescer e a engordar como era suposto, o líquido amniótico estava no limite dos limites e teríamos que tirá-la!
Às 37 semanas, nasce o meu tesouro com 45cm e 2425gr de parto normal induzido...

Aí sim, cessaram todas as minhas inseguranças, medos, angústias, aflições e choro relativos à gravidez! Finalmente tinha a minha princesinha nos braços... saudável, pequenina, magrinha e cheia de garra e vontade de viver! 

Fomos umas guerreiras, lutamos contra todas as evidências, probabilidades, expectativas e circunstâncias, e conseguimos! 
Conseguimos, meu amor! 
Nós conseguimos!

Ontem completaste 6 mesinhos, 6 mesinhos que, juntamente com o teu irmão, alegram a minha vida, florescem o meu caminho e tornam tudo muito mais colorido e fácil de suportar.

Amo-vos, amo-vos daqui até ao infinito, amo-vos com toda a força do meu coração e com a toda a intensidade do meu ser! <3

Parabéns a ti, Eduarda
Parabéns a nós ;) 




Amamentação e aleitamento - as nossas experiências #3

Por Joana - Mãe da Maria Leonor

Amamentar sempre foi uma vontade, um sonho, uma convicção... Lembro-me que o meu maior medo era não ter leite, porque ouvia imensas mães de todas as idades a referirem que não tiveram leite. Nas aulas de preparação durante a gravidez, referi isso mesmo à enfermeira - "tenho medo de não ter leite, mas queria tanto poder amamentar" - e ouvi uma resposta que demorei para assimilar: "todas as mães têm leite, às vezes é preciso estimular, mas nunca viram nenhuma cadelinha ou porquinha ou qualquer mamífero sem leite, certo? Se tens uma dúvida dessas, se calhar não queres assim tanto". Foi uma resposta descabida, ríspida... mas hoje percebo-a. Há as mães que por algum motivo não tiveram mesmo leite infelizmente, o corpo não correspondeu... mas há um gigante número de mães que não quiseram, ou não suportaram as dores, ou as dificuldades que são várias, e dizem não ter tido leite porque lhes custa assumir à sociedade, sentem-se más mães.

Tive a Leonor por cesariana, o colostro apareceu naturalmente, ela tanto pegava bem como mal, aprendeu com Aero-om no mamilo colocado pela enfermeira, e mamilos de silicone por eu quase não ter mamilo. Foi difícil, foi tão difícil... quase arrisco a dizer que foi a área em que tive mais dificuldades para além das cólicas. Eram gretas, bolhas, sangue por todos os lados, os mamilos de silicone com os reservatórios cheios de sangue misturado no leite, e elas diziam que não fazia mal, e perguntavam-se se conseguia continuar a tentar. Diziam "força mamã, vai passar!". Tanto que me ajudaram todas as enfermeiras do hospital da Póvoa de Varzim, estou-lhes grata para sempre! Dores atrozes, mais do que o corpo aguentava... entrava em choque, tremia, os músculos doíam de tanto contrair com a dor, revirava olhos, chorava, mordia fraldas de pano, apertava a mão do marido, e ele presenciava o sofrimento. Quando era hora de mamar e eu dizia à minha Nô "vamos papar, meu amor?", ele olhava para mim e dizia "és uma boa mãe". E eu, com aquela ajuda dele, enchia-me de coragem e lá ia... ora doía do início ao fim, às vezes uma hora na mama... ora doía no início e depois habituava e suportava melhor... Ora mamava a toda a hora (picos de crescimento), ora tinha que a acordar para mamar, mas era sempre doloroso. Nada ajudava a curar, estive com dores incríveis durante 1 mês e meio... até que a minha cunhada, a quem muito agradeço, me ofereceu um pouco do seu creme, Cicalfate da Avène, coloquei três vezes apenas, e os mamilos ficaram 100% curados em apenas um dia, um dia! Ai como queria tê-lo encontrado mais cedo... Nunca mais precisei de cremes nenhuns, mamilos de silicone, nada. Felizmente não passei pelas dores de subida de leite. Nunca tive leite a mais, era sempre o suficiente para ela, felizmente, ao menos isso. E não nego, desde que se alimente o nosso bebé com todo o amor do mundo, é sempre válido e é o que realmente importa, mas como me sinto num mundo de magia ao vê-la crescer com alimento produzido pelo meu corpo! 5 meses depois ainda me soa a magia, a natureza consegue ser perfeita mesmo. Infelizmente, como é bastante obstipada (esteve 2 meses a fazer cocó só com estimulação), tivemos que introduzir fruta e sopa em apenas uma refeição; é a refeição responsável por fazer os intestinos já funcionarem bem sozinhos, e eu continuo feliz a amamentar no resto das refeições :) Espero conseguir até aos 6 meses (está quase), e depois até ela querer, e o leite a alimentar como até aqui :)

Complicado é gerir comentários que são contra-amamentação, a mania que as pessoas têm de dar palpites, de perguntar, de duvidar, etc. Já foi tão dificil, e ainda ter que ouvir "se lhe dás de mamar muito tempo ainda fica viciada", e agora "ainda bem que come sopa e fruta, faz-lhe bem comer outras coisas, a criança não pode viver só de leite, fica viciada... nem fazia cocó, e agora já faz!". É complicado de gerir... mas nós, mães, somos capazes de tudo. Ouve palpites quem dá um biberão e quem dá a mama, e todas somos mães, amamos os nossos filhos e seguimos o nosso instinto, e do nosso bebé e do nosso instinto... ninguém mais entende como nós mesmas :)